quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Felicidade

Eu sempre escrevo sobre ela aqui. Eu sei que talvez seja uma fixação. É que eu a acho muito interessante. Não é alegria. Esta é um estado de humor. De espírito.
Ela, a nossa protagonista, é permanente. Ela diz algo de ti. Diz que vais conseguir o que queres.
Enquanto a tristeza se faz essencial para todos. É importantíssima. Ela existe para darmos valor às coisas. Às pessoas. À alegria. À paz que se tem, ou não, em si.
Não a considero uma utopia, não. Mas acho que existe uma grande hipocrisia em torno dela. As pessoas adoram repitir isso diariamente. Falam dela como se fosse algo simples, como se todos nascessem com ela. Mas não. É algo que se constroi.
Tá... eu sei que tem gente que já nasce "superfeliz".... e não importam as "merdas" que aconteçam. Legal. Mas isso não funciona com todo mundo.
Bom... está certo, eu assumo, tenho uma certa (pequena) implicância com esta coisa das pessoas dizerem quase que como uma obrigação que são, e muito, felizes. Imagine dizer o contrário?
É pecado!
Peraí... quem tem obrigação de ser feliz?
Eu sei... eu sempre falo isso aqui. Mas é que isso, apesar de eu por para fora tantas e tantas vezes, ainda está na minha garganta, entalado.
Que coisa mais irritante essa mania que os humanos têm em ficarem discursando sobre felicidade como se fossem as pessoas mais capazes de falar sobre.
E óh, não é feio ser infeliz, não. E se é infeliz muita parte de seu tempo.
Que coisa!